
O tubo de fibra de vidro (PRFV) é um tubo compósito feito de uma matriz polimérica reforçada com fibras. A matriz pode usar diferentes resinas — poliéster termofixo, epóxi, resina fenólica, entre outras — e as fibras de reforço costumam ser de vidro, embora outros tipos de fibra sejam possíveis. As suas principais vantagens são a excelente resistência à corrosão, a alta relação resistência/peso, o baixo coeficiente de atrito e a estabilidade dimensional, e é por isso que aparece em aplicações de tratamento de água, química, petroquímica, petróleo e gás e centrais elétricas.
Os fabricantes produzem o tubo de fibra de vidro (PRFV) por dois métodos principais: a moldagem por contacto, que aplica camadas de resina e fibra sobre um mandril ou molde para formar o tubo, e o enrolamento filamentar, que enrola fios contínuos de fibra impregnados de resina em torno de um mandril giratório. Os dois métodos podem produzir tubos em várias gamas de diâmetro, espessura de parede e classe de pressão.
O tubo de fibra de vidro (PRFV) pode ser unido por colagem, acoplamento mecânico, conexão flangeada e outros métodos. Seja qual for o projeto da junta, ela precisa evitar fugas nas condições e na pressão de operação, e permanecer compatível tanto com o material do tubo quanto com o fluido de serviço.
O tubo de fibra de vidro (PRFV) tem algumas limitações — dilatação e contração térmicas, degradação por UV e resistência a impactos, entre elas — que têm de ser consideradas no projeto e na instalação. Suportes e ancoragens adequados mantêm sob controlo a tensão e a deformação, e o tubo deve ficar protegido da luz solar direta e de danos mecânicos.
O tubo de fibra de vidro (PRFV) é um material versátil e durável, capaz de atender aos requisitos de muitas aplicações e setores. Com a escolha certa de resina, fibra, método de fabrico e sistema de juntas, ele entrega uma solução de longo prazo contra a corrosão, com desempenho ideal.